terça-feira, 26 de abril de 2011

Na terra há lixo demais, o oceano agora é o nosso lixão



Na reportagem da National Geographic, link aqui, mostra o percurso do lixo, principalmente o plástico, que seguem as correntes marítimas e fazem o nosso mundo uma grande lixeira.O engraçado de tudo que literalmente vivemos no lixo, mas não aparenta, se você parar para pensar,no espaço a milhões ou quem sabe bilhões de entulho espacial, até uma empresa japonesa propôs a construir um grande coletor para trazer esse lixo do espaço para a terra.Na terra(sentido solo,chão) nem se fala, leiam uma matéria também da National Geographic, que no Rio de Janeiro estão implementando um lixão em cima de um aquífero, veja aqui, mas que ME&*@ É ESSA? Que planejamento urbano é esse?

Agora o oceano é o lixão do mundo, porém não é de agora isso,já passou no fantástico uma ilha feita de plástico e outros materiais, resumindo LIXO, que circula pelo mar, antes fosse o velho meio de comunicação realizado no mar antes do código Morse, as garrafas com bilhetes.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

O código florestal

Mais uma do congresso nacional, querem mexer na lei sobre preservação ambiental as APPs(Área de Preservação Permanente), dentre outras, que poderão afetar de forma negativa o nosso entendimento do que será natureza no futuro, vejam o vídeo, é rápido e de fácil entendimento,quem prestar atenção nele poderá acessar um site e participar de uma iniciativa para não aprovarem essa lei


segunda-feira, 18 de abril de 2011

Uma escravidão necessária

É nesse post que analisaremos por meio desse vídeo de como o mundo capitalista funciona e como você cai nele , às vezes sem saber, mas entra numa corrida de ter mais, e quanto mais você quer ter, mais exigências(trabalho) você terá para sustentar o que tem e o que você almeja por riqueza nunca terá, se apenas trabalhar, a não ser se ganhar na mega-sena,isso se chamada 'corrida dos ratos' Veja o vídeo

quarta-feira, 13 de abril de 2011

"Camões também falava 'ingrês'!"

Volta e meia uma novela global incorpora em sua trama ambientes regionais com uma pitada caipira. O que tenho observado e me incomodado é a forma em que tem se caricaturado o sujeito da roça, pois já não basta as calças "pescando" no meio da canela e as "butinas" como fardamento, também o linguajar adotado rouba a cena e acredito que a gargalhada de muitos telespectadores diante dos sotaques pitorescos.

Pois bem, venho problematizar variação linguística e desprestígio social a partir das cenas interioranas que figuram novelas, programas humorísticos e propagandas. Para isso, me remeto ao título deste texto extraído da obra "Nada na língua é por acaso: Por uma pedagogia da variação linguística", de Marcos Bagno, professor de Linguística da UNB. Nesta, o prof. Bagno discute norma-padrão, o uso da gramática normativa, "a língua como instrumento de controle social", variedades regionais, entre outros. Como o espaço que tenho não permite que fale sobre tudo isso, quero partir desse "ingrês" falado por Camões e repetido hoje por tantas pessoas. Vamos direto ao assunto! É comum quando não nos programas televisivos, em nosso dia-a-dia ouvirmos "prástico", "pranta", "broco", "brusa" e tantos outros vocábulos como esses em que o L é trocado pelo R e taxarmos as pessoas que pronunciam dessa forma, de ignorantes, julgando o nosso modo de falar como certo.

O prof. Bagno ao discutir sobre erro e variação linguística, deixa claro que "todas as classificações sociais e culturais de 'certo' e 'errado' são resultantes de visões de mundo, de juízos de valor, de crenças culturais, de ideologias e, exatamente por isso, estão sujeitas a mudar com o tempo." É assim que, esse modo de falar no qual a troca do L pelo R é, então, explicado num fenômeno chamado de Rotacismo. É simples! Algumas palavras de Língua Portuguesa que hoje são pronunciadas e escritas com L, ao longo do tempo se modificaram passando a ser pronunciadas e escritas com R, como exemplifica nos vocábulos: cravo, dobro e obrigado, que em sua raiz no latim eram descritas respectivamente como: clavu, duplu e obligare. O próprio Camões materializa em "Os lusíadas" o que se argumenta neste texto. Palavras como "frechas" (flechas), "pranta" (planta), "frauta" (flauta) e "ingrês" (inglês) podem ser encontradas em seus escritos.

Com isso, é possível perceber que o pronunciar dito "caipira", de "fror", ao invés de "flor" não deve ser trazido como próprio de falantes ignorantes, já que estes apenas repetem um fenômeno que se propagou durante um bom tempo. E mais, tais pessoas são motivos de risadarias, tão somente, porque são desprovidos de prestígio social. Enfim, me diga quantas palavras, você, cidadão da cidade, pronuncia sem monitorar? "Cê" tá vendo que não é só quem mora no interior que fala assim! Se até Camões falou "ingrês", porque D. Maria e seu José, lá da roça, não podem falar?

terça-feira, 12 de abril de 2011

Documentário sobre o mundo de hoje

Muita gente já viu vários documentários focando o aquecimento global, as guerras, as conspirações, enfim o que está aconteçendo no mundo, porém esse documentário de nome ZEITGEIST, aborda problemas sociais na civilização mundial – política, terrorismo e religião.Um filme produzido sem fins lucrativos, com o propósito de despertar a consciência das pessoas do mundo, que sempre se questionem sobre algumas curiosidades que vemos como “verdades absolutas” e garantidas.
O filme é bem interessante,ele é mostrado por meio de desenho,imagens reais, analistas e especalistas o que de fato está acontecendo no mundo


P.S:se estiver em inglês clique no ícone CC do video e escolha para a linguagem em portugês

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Tecnologia suiça


Vocês já assistiram O exterminador do futuro? claro que devem ter visto, eu acho que é o primeiro da saga, sabe de uma cena que aparece logo no começo a milícia dos humanos atacando os soldados e máquinas de robôs esmagando os ossos e logo acima aparece as naves da Skynet(empresa que criou uma inteligência artificial a essas máquinas), enfim, as naves robôs me fizeram lembrar vendo essas pequenas máquinas criadas pelos suíços, mas a função é outra jogar Ping pong, aonde o homem vai parar?
Essas máquinas são movidas por 4 hélices e sensores de movimento, parece uma coisa surreal

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A eterna luta contra a dengue

Quando abrimos o jornal ou entramos em algum site da internet é tarefa difícil não ver alguma matéria falando sobre esse mal que afeta não somente o Brasil, mas também muitos países tropicais: a dengue.

O que será discutido aqui não são as formas de prevenção, histórico da doença e afins, creio que isso está massificado o bastante nos meios de comunicação em geral. O objetivo desse artigo é mostrar o quanto o discurso não se materializa numa prática efetivamente funcional. Nos deparamos, ano após ano com a multiplicação dos casos de dengue em todo o país e o surgimento dos primeiros casos de uma variedade que há muito não circulava no país contribuem para agravar ainda mais a situação calamitosa que se encontra diante de nós.

Evidente que medidas individuais não bastam, é insuficiente apenas a ação isolada da população ou do governo (por mais precária que seja), mas sim, usando uma expressão um tanto da moda, uma coalizão entre essas duas forças, para que não ocorra sempre e sempre o seguinte quadro:

1 - casos de dengue pipocam no verão
2 - o governo faz campanhas educativas e de prevenção
3 - os casos permanecem sob certo controle (ou não)
4 - o ano passa e as ações pontuais não se convertem em um processo e todo o esforço acaba indo por água abaixo.

Apesar dos avanços no sentido de viabilizar uma vacina contra a dengue e da possibilidade de adoção de medidas que visem à diminuição da população do Aedes Aegypt o problema e o temor causado pela dengue parece ainda estar longe de findar.

Parece que esse é mais um daqueles casos cíclicos que costumo comentar nesse impoluto blog, afinal, alguém duvida que no próximo ano esse seja um assunto em pauta? Se não houver alguma medida realmente efetiva para minimizar os efeitos de tão nociva epidemia sazonal muita gente vai sucumbir a um simples mosquito.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Usinas no fundo do mar


Por tudo o que agente tem visto no Japão, com a usina nuclear de Fukushima, o mundo está preocupado por novas fontes de energia, que não seja a nuclear, pois bem na Escócia a empresa Scottish Power Renewables está com um projeto de usinas no fundo do mar.

Sabe daquelas enormes hélices que estão muito presente em Maceió para aproveitar a energia eólica? Pois essas hélices enormes serão implantadas no fundo do mar da Escócia, movidas pela alta maré, gerando 10 megawatts, energia suficiente para abastecer cinco mil lares britânicos durante um ano.


Os custos com a construção da usina girarão em torno de 40 milhões de libras e será implantado o mesmo sistema de turbinas utilizado na Noruega há cerca de 6 anos.

Já a França está propondo uma usina nuclear, batizado de FlexBlue, no fundo do mar, assim não precisaria ter a necessidade de resfriamento, o reator ficaria sempre a temperatura baixa.

A usina nuclear submarina será uma espécie de submarino estacionário, com 100 metros de comprimento e de 12 a 15 metros de diâmetro.A energia gerada será levada por meio cabos submarino até o continente. Cada reator FlexBlue poderá gerar de 50 a 250 MW.